Postagens Atuais

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Tecnologia do holograma



Acreditem ou não, essa realidade é um fato nos dias de hoje e já existia desde um bom tempo nos laboratórios de pesquisas avançadas, como o CERNE e NASA.

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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Sistemas robóticos

Video

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sábado, 21 de junho de 2014

Tecnologia do RoboCop será possível?





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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Controle da mente

Controle da Mente

O grande irmão

Exército desenvolve sistema para ler o pensamento dos soldados

Texto: por Thaís Siqueira, FONTE Superinteressante

Diz a lenda que, durante a Guerra Fria, os soviéticos tentaram inventar técnicas de controle da mente. Ninguém sabe se isso realmente aconteceu nem se deu certo. Mas agora os americanos vão tentar, e pra valer: o Exército dos EUA criou um projeto para desenvolver os chamados “capacetes do pensamento” – eles teriam uma rede de sensores capazes de ler, em tempo real, o que a pessoa está pensando. Oficialmente, a idéia é usar esse aparelho para que os soldados possam se comunicar sem falar e controlar armas diretamente com o pensamento. É mais plausível do que parece: já existe um aparelho, de US$ 300, que permite controlar games com a força da mente – basta “pensar” num movimento simples (pular, correr etc.) para que ele seja reproduzido nos games. Os militares querem fazer um capacete bem mais sofisticado, com 10 vezes mais eletrodos, que consiga captar as palavras mentalizadas pelos soldados.
“Seria uma espécie de rádio sem microfone”, explicou o neurocientista Elmar Schmeisser, líder do projeto, à revista Time. As mensagens seriam lidas em voz alta por um robô e enviadas aos demais soldados, que ouviriam tudo por meio de fones de ouvido instalados em seus capacetes. Com outra tecnologia, a estimulação magnética transcranial (TMS), é possível ir além. Estudos recentes provaram que, aplicando campos magnéticos sobre o cérebro, é possível modificar as correntes elétricas que passam dentro dele – e, com isso, induzir sensações e alterar o comportamento das pessoas (deixando-as mais espertas, egoístas ou alegres, por exemplo). Quer dizer: além de se comunicar telepaticamente e controlar armas com o pensamento, os soldados também poderiam receber ordens no cérebro – tudo graças ao supercapacete. É uma possibilidade assustadora, mas distante: segundo os americanos, a pesquisa vai levar pelo menos 10 anos. O mais provável é que, até lá, algumas invenções mais simples sejam incorporadas ao nosso dia-a-dia. Como um celular mudo, com o qual as pessoas não precisassem falar. “Você já se irritou com outras pessoas gritando ao telefone?”, pergunta Schmeisser. “E se elas pudessem se comunicar de boca fechada?” Boa idéia.
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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Inteligência artificial dos robôs!

Por volta de 2029, os computadores serão capazes de compreender a nossa linguagem, aprender pela experiência, partilhar piadas, contar histórias, manter uma conversa e até seduzir. Ou seja, podem desenvolver capacidades ao nível das pessoas mais inteligentes ou até suplantar os seus criadores.

Quem o diz é o novo diretor de engenharia do Google e especialista em inteligência artificial, Ray Kurzweil, conhecido por ter feito previsões que viriam a concretizar-se. Em 1990 afirmou que um computador seria capaz de bater um campeão de xadrez até 1998 – e realmente o Deep Blue, um computador desenvolvido pela IBM, bateu o campeão de xadrez Garry Kasparov em 1996.

Também quando a Internet era apenas uma pequena rede utilizada por um grupo restrito de académicos, antecipou que rapidamente seria possível que o mundo estivesse interconectado.

Agora, numa entrevista ao The Observer, Kurzweil afirma que dentro de 15 anos os robôs nos ultrapassarão, ou pelo menos serão capazes de ter um comportamento tão inteligente quanto os humanos. Na sua visão haverá um momento no futuro, que está aí ao virar da esquina, em que humanos e robôs convergirão.

As comparações com o filme Her, actualmente nas salas de cinema, realizado pelo americano Spike Jonze, que tem como protagonista Joaquin Phoenix, são inevitáveis. É que no filme o personagem interpretado por Joaquin Phoenix acaba por manter uma relação amorosa com Samantha – um programa de inteligência artificial que simula a personalidade de uma mulher.

No filme Samantha não tem corpo. É apenas uma voz (da actriz Scarlett Johansson). Mas segundo Kurzweil a simulação de um corpo, ou a presença virtual de um corpo, será um facto facilmente concretizável nos próximos tempos.

Um ponto em comum no filme, do ponto de vista tecnológico, com as afirmações de Kurzweil, é que Samantha evolui muito mais rapidamente do que os humanos à medida que vai comunicando com eles.


Noutras entrevistas recentes, Ray Kurzweil, de 66 anos, que é o guru do futuro preferido do multimilionário Bill Gates ou do ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, já havia dito que daqui a 15 anos haverá uma explosão de inteligência artificial. Estas previsões acontecem na altura em que se ficou a saber que o Google está a montar o maior laboratório de inteligência artificial do planeta.
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